Fonte: {{cada.fonte}}
Sexo
Cor
e outros
Escolaridade
dos pais:
EF
mais
Renda
Mediana
(P50)
Baixa
(P1-P25)
Média
(P26-P75)
Alta
(P76-P100)
Coorte
nas capitais:
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Sexo: Homens
Sexo: Mulheres
Cor: Brancos
Cor: Pretos e outros
Escolaridade dos pais: Sem Ensino Fundamental
Escolaridade dos pais: Ensino Fundamental Completo
Escolaridade dos pais: Ensino Médio Completo
Escolaridade dos pais: Ensino Superior Completo ou mais
Renda: Abaixo da Mediana (P50)
Renda: Classe Baixa (P1-P25)
Renda: Classe Média (P26-P75)
Renda: Classe Alta (P76-P100)
Coorte: 1988-1990
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Filtros selecionados:
Sexo: Homens
Sexo: Mulheres
Cor: Brancos
Cor: Pretos e outros
Escolaridade dos pais: Sem Ensino Fundamental
Escolaridade dos pais: Ensino Fundamental Completo
Escolaridade dos pais: Ensino Médio Completo
Escolaridade dos pais: Ensino Superior Completo ou mais
Renda: Abaixo da Mediana (P50)
Renda: Classe Baixa (P1-P25)
Renda: Classe Média (P26-P75)
Renda: Classe Alta (P76-P100)
Coorte: 1988-1990
Coorte: 1983-1987
Navegue pelo mapa ao lado e clique nas unidades para ver informações detalhadas
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Atenção: os indicadores socioeconômicos só estão disponíveis para o nível municipal.
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Bem-vindo ao
Atlas da Mobilidade!
Que lugares do Brasil oferecem às crianças as melhores oportunidades de sair da pobreza?
O Atlas da Mobilidade Social Brasil responde essa questão usando dados anonimizados, acompanhando milhões de brasileiros desde a infância até a vida adulta. Observe onde e para quem faltaram oportunidades e use os dados para subsidiar políticas públicas que ajudem nossa crianças a sair da pobreza.
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Novidades no
Atlas da Mobilidade!
Conheça os novos dados e recursos disponíveis nesta nova versão:
Dados de mobilidade social atualizados: foram incluídos recortes para a renda dos pais (com quatro faixas de renda) e para a coorte da criança (1983-1990, 1983-1987 e 1988-1990)
Novos indicadores socioeconômicos disponíveis: selecione entre mais de 30 indicadores de economia, saúde, política pública, educação e sociedade.
Apresentação
O Brasil é marcado por baixa mobilidade social. É também um país caracterizado por elevados patamares de pobreza e grande concentração de renda. A superação desse quadro necessariamente passa pela compreensão da dinâmica da mobilidade social. Em outras palavras: o que permite ou impede indivíduos nascidos em famílias com poucos recursos de ascenderem socialmente? Nesse contexto, o estudo da mobilidade intergeracional é essencial para informar políticas públicas e qualificar debates sobre acesso a oportunidades.
Mas o que é o estudo da mobilidade intergeracional? Trata-se de analisar em que medida as condições socioeconômicas dos pais estão associadas à trajetória de vida dos descendentes.
Este Atlas da Mobilidade Social fornece dados detalhados sobre mobilidade intergeracional a partir da relação entre a renda dos pais e diferentes medidas que caracterizam a trajetória dos seus filhos na fase adulta, permitindo comparações entre regiões, municípios e grupos demográficos. Quanto mais forte é a associação entre a renda dos pais e os resultados dos filhos, menor é o nível de mobilidade social.
O Atlas foi lançado em 2025 apresentando estimativas que se concentravam nos filhos nascidos entre 1983 e 1990 cujos pais estavam situados abaixo da mediana da distribuição nacional de renda. Hoje atualizado, o Atlas mantém esse recorte e acrescenta recortes adicionais por renda dos pais e por coorte de nascimento.
Além da coorte de nascimento dos filhos nascidos entre 1983 e 1990, estão agora disponibilizados indicadores de mobilidade para as coortes 1983-1987 e 1988-1990. Em adição ao recorte de renda dos pais abaixo da mediana, estão agora também apresentados indicadores de mobilidade para as seguintes faixas de renda dos pais: até o percentil 25, entre o percentil 26 e o 75, e acima do percentil 75.
O Atlas também passa a incorporar indicadores socioeconômicos municipais, organizados por temas como educação, saúde, economia, gasto público e sociedade. Esses indicadores permitem contextualizar os resultados de mobilidade social observados nos territórios e apoiar análises comparativas entre municípios.
Os números apresentados no Atlas se baseiam nos dados e metodologia desenvolvidos no artigo acadêmico “Intergenerational Mobility in the Land of Inequality” (Britto et al., 2025). As estimativas de mobilidade intergeracional de renda foram calculadas usando métodos modernos de mensuração da mobilidade social e dados administrativos da Receita Federal, dos Ministérios do Trabalho e Emprego e do Desenvolvimento Social, e pesquisas domiciliares do IBGE. Os dados agregados de mobilidade social e os indicadores socioeconômicos municipais estão disponíveis para download.
Esperamos que a ferramenta seja utilizada por pesquisadores, estudantes, formuladores de políticas públicas, jornalistas, e todos aqueles interessados no tema.
Como usar este Atlas da Mobilidade
O Atlas da Mobilidade foi projetado para facilitar a navegação e a compreensão dos dados de mobilidade intergeracional. Para usá-lo, siga os passos abaixo:
- 1 Selecione uma região geográfica O Atlas apresenta dados de diferentes divisões geográficas do Brasil: macrorregiões, estados, regiões imediatas, regiões intermediárias e municípios. Utilize o mapa interativo ou as opções de busca para escolher um estado, município ou região específica. As estimativas de mobilidade podem ser visualizadas em diferentes níveis territoriais, enquanto os indicadores socioeconômicos estão disponíveis para o nível municipal.
- 2 Selecione o grupo de análise Utilize os filtros de busca para observar estimativas específicas por sexo, cor, escolaridade dos pais, faixa de renda dos pais e coorte de nascimento dos filhos. Esses recortes permitem comparar como a mobilidade social varia entre grupos populacionais e coortes.
- 3 Explore as métricas de mobilidade Para cada grupo demográfico e unidade geográfica, estão disponíveis diversas variáveis. Os indicadores permitem observar diferentes dimensões da trajetória dos filhos na vida adulta, como posição na distribuição de renda, probabilidade de alcançar grupos de renda mais altos ou permanecer em grupos de renda mais baixos, escolaridade e recebimento de programas sociais.
Também é possível selecionar indicadores socioeconômicos municipais, organizados por temas como educação, saúde, economia, gasto público e sociedade. Esses indicadores ajudam a contextualizar os resultados de mobilidade social observados nos municípios. - 4 Baixe os dados Caso deseje realizar suas próprias análises, os dados agregados estão disponíveis para download em formato CSV através do botão “Dados”.
| Nome | Descrição |
| Probabilidade, quando adulta, de estar entre os 10% mais ricos | Probabilidade de crianças estarem entre os 10% mais ricos quando adultas, segundo a faixa de renda dos pais e coorte de nascimento dos filhos. |
| Probabilidade, quando adulta, de estar entre os 25% mais ricos | Probabilidade de crianças estarem entre os 25% mais ricos quando adultas, segundo a faixa de renda dos pais e coorte de nascimento dos filhos. |
| Probabilidade, quando adulta, de estar entre os 50% mais pobres | Probabilidade de crianças estarem entre os 50% mais pobres quando adultas, segundo a faixa de renda dos pais e coorte de nascimento dos filhos. |
| Probabilidade, quando adulta, de estar entre os 25% mais pobres | Probabilidade de crianças estarem entre os 25% mais pobres quando adultas, segundo a faixa de renda dos pais e coorte de nascimento dos filhos. |
| Probabilidade, quando adulta, de estar entre os 10% mais pobres | Probabilidade de crianças estarem entre os 10% mais pobres quando adultas, segundo a faixa de renda dos pais e coorte de nascimento dos filhos. |
| Probabilidade, quando adulta, de ter um percentil relativo 10% maior do que os dos pais | Probabilidade de crianças alcançarem, quando adultos, uma posição na distribuição de renda ao menos 10 percentis acima da posição de seus pais, segundo a faixa de renda dos pais e coorte de nascimento dos filhos. |
| Probabilidade de ter concluído o ensino médio | Probabilidade de crianças terem concluído o ensino médio, segundo a faixa de renda dos pais e coorte de nascimento dos filhos. |
| Probabilidade de ter concluído o ensino superior | Probabilidade de crianças terem concluído o ensino superior, segundo a faixa de renda dos pais e coorte de nascimento dos filhos. |
| Probabilidade de ter recebido Bolsa Família entre 2015-2019 | Probabilidade de crianças terem recebido Bolsa Família entre 2015-2019, segundo a faixa de renda dos pais e coorte de nascimento dos filhos. |
| Percentil Médio | Percentil (0 a 100) médio da criança na distribuição de renda nacional quando adulta, segundo a faixa de renda dos pais e coorte de nascimento dos filhos. |
| Número de observações na amostra | Número de observações na amostra. |
Metodologia Científica
As estimativas apresentadas no Atlas da Mobilidade, baseadas na metodologia desenvolvida no artigo “Intergenerational Mobility in the Land of Inequality” (Britto et al., 2025), combinam dados administrativos abrangentes e técnicas modernas para estimar a mobilidade intergeracional no Brasil. Abaixo, resumimos os principais elementos metodológicos. Os detalhes completos podem ser encontrados no artigo acadêmico e seu apêndice técnico.
- 1 Fontes de dados Utilizamos registros administrativos da Receita Federal (declarações de Imposto de Renda entre os anos 2006-2019 e Cadastro de Pessoa Física), do Ministério do Trabalho e Emprego (Relação Anual de Informações Sociais, RAIS 1985-2019), do Ministério do Desenvolvimento Social (Cadastro Único e Bolsa Família, 2011-2019) e dados de pesquisas domiciliares do IBGE (PNAD/PNADc e Censo Demográfico, 1990-2019) para construir estimativas robustas de renda formal e informal, além de mensurar resultados relacionados à educação e fecundidade.
- 2 Amostra Principal As estimativas apresentadas baseiam-se em uma amostra representativa da população adulta nascida entre 1983 e 1990, com aproximadamente 7 milhões de indivíduos. Tal amostra é obtida relacionando indivíduos com os seus pais usando registros administrativos. Em linhas gerais, recuperamos o nome e a identificação da mãe pelo Cadastro de Pessoa Física e do pai pelo Cadastro Único (população mais pobre) ou declarações de IR (população mais rica). A escolha de trabalhar com as coortes entre 1983 e 1990 se justifica por dois motivos. Primeiro, o tamanho e a representatividade da nossa amostra são maximizados nesse período. Segundo essa amostra nos permite calcular tanto a renda dos pais quanto a dos filhos, o que é essencial para estimativas de mobilidade intergeracional de renda. Mais detalhes sobre a construção da amostra podem ser encontrados na Seção 4.1 e no Apêndice A do artigo.
- 3 Mensuração da renda de pais e filhos Medimos a renda dos pais durante a infância e adolescência dos filhos (1990-2010) e a renda (e demais resultados) dos filhos quando adultos, entre 25 e 29 anos. Para os pais, utilizamos a renda domiciliar (renda do pai + renda da mãe); para os filhos, a renda individual. Para ambos, consideramos a renda bruta (antes de impostos e de transferências). Obtemos a renda formal de pais e filhos com base em dados administrativos do mercado de trabalho formal e em declarações do Imposto de Renda. Porém, no caso brasileiro, isto não é suficiente para caracterizar dinâmicas de mobilidade social, haja vista que cerca de 40% dos trabalhadores do país são informais. Como a renda do trabalho informal não é registrada nos registros administrativos, desenvolvemos modelos de Machine Learning (Random Forests) para estimar rendas informais com base em características socioeconômicas e demográficas, utilizando dados de pesquisas domiciliares do IBGE que medem com acurácia a renda informal. Mais detalhes sobre a mensuração de renda e validação das medidas podem ser encontrados na Seção 4.2 e no Apêndice A do artigo.
- 4 Faixas de renda Abaixo, apresentamos uma tabela com as faixas de renda de pais e filhos, correspondentes aos percentis de renda enfatizados nos resultados. Lembrando que, para os pais, calculamos a renda bruta domiciliar mensal média durante a infância e a adolescência dos filhos (1990-2010); e, para os filhos, a renda bruta individual média entre 25 e 29 anos. Todos os valores são deflacionados para reais de dezembro de 2019.
Pais: Renda Domiciliar Mensal (2019) Filhos: Renda Individual Mensal (2019) Abaixo do percentil 10 Até R$1.583,56 Até R$843,12 Abaixo do percentil 25 Até R$2.183,41 Até R$1.134,14 Mediana (percentil 50) R$ 3.852,81 R$ 1.641,34 Acima do percentil 75 Acima de R$ 7.266,03 Acima de R$ 2.858,58 Acima do percentil 90 Acima de R$ 13.773,14 Acima de R$ 5.504,49 - 5 Geolocalização Determinamos como local de cada indivíduo (filhos) da nossa amostra o endereço de seus pais no ano 2000, conforme registrado no Cadastro de Pessoa Física da Receita Federal. A escolha do ano 2000 visa localizar cada indivíduo no local onde cresceu. Assim, as medidas de mobilidade disponíveis para um determinado local referem-se às características quando adultas de crianças nascidas e criadas naquele local, independentemente do seu local de residência quando adultas. Seguindo essa lógica, disponibilizamos nossas estimativas ao nível nacional, de macrorregiões, estadual, de regiões intermediárias e imediatas, e municipal.
- 6 Medidas de mobilidade Seguimos abordagens bem estabelecidas na literatura sobre mobilidade intergeracional de renda. Definimos a distribuição de renda dos pais e computamos variáveis que caracterizam as trajetórias de seus filhos, construindo métricas de mobilidade comparáveis entre grupos demográficos e regiões do país. Por exemplo, dentre tais métricas, damos particular foco no percentil médio da distribuição de renda alcançado por indivíduos cujos pais estavam abaixo da mediana da renda parental.
- 7 Validação e robustez Realizamos análises de robustez para validar nossos resultados. Primeiro, garantimos que nossa amostra não apresenta vieses de seleção e que é representativa da população em geral. Também testamos se os resultados são sensíveis aos anos e às faixas etárias utilizados para mensurar renda. Por fim, verificamos que os resultados são reproduzidos caso outras bases de dados ou definições de renda sejam consideradas. Todos esses testes indicam que os números apresentados neste Atlas são confiáveis. Mais detalhes sobre os exercícios de robustez dos resultados podem ser encontrados nas Seções 5.5 e 5.6 e no Apêndice C do artigo.
- 8 Dados disponibilizados Disponibilizamos as estimativas de mobilidade em diferentes cortes geográficos e socioeconômicos. Em termos de geografia, é possível visualizar estimativas a nível nacional, de macrorregiões, estadual, de regiões intermediárias e imediatas, e municipal. Para cada nível geográfico, é possível visualizar estimativas por gênero, raça, renda dos pais (abaixo da mediana, até o percentil 25, entre o percentil 26 e o 75, e acima do percentil 75), escolaridade dos pais e coorte da criança (1983-1990, 1983-1987 e 1988-1990). Não disponibilizamos números para recortes geográficos e socioeconômicos com menos de 25 observações. Esse número mínimo foi obtido via inspeção dos dados e conclusão de que tal corte oferece ampla cobertura territorial sem comprometer a estabilidade das estimativas. Além dos dados de mobilidade, também são disponibilizados indicadores socioeconômicos ao nível municipal – referentes à renda, à saúde, à educação, entre outros – que podem ser analisados em conjunto em análises sobre mobilidade social.
- 9 Comentários Todas as medidas de renda nos dados referem-se a uma única distribuição nacional de renda. Devido à concentração geográfica de renda no Brasil, é necessário ter cautela ao analisar alguns recortes de renda em níveis geográficos mais desagregados, sobretudo no nível municipal. Por exemplo, apresentamos medidas de mobilidade para crianças cujos pais estavam entre os 25% mais pobres e os 25% mais ricos do país. No entanto, em alguns municípios, sobretudo nas regiões Sul e Sudeste, não observamos indivíduos classificados entre os 25% mais pobres do país em nossa amostra. De modo análogo, em alguns municípios, majoritariamente nas regiões Norte e Nordeste, não observamos indivíduos classificados entre os 25% mais ricos da distribuição nacional. Esse padrão decorre do fato de que os grupos de renda são definidos em relação à distribuição nacional, e não à distribuição interna de cada município. Assim, uma pessoa relativamente pobre em um município de renda elevada pode ser classificada como rica no contexto nacional, enquanto uma pessoa relativamente rica em um município de renda baixa pode não ocupar os estratos superiores da distribuição nacional.
Referências bibliográficas
Britto, D., Fonseca, A., Pinotti, P., Sampaio, B., & Warwar, L. (2025). Intergenerational Mobility in the Land of Inequality. Working paper.
Créditos
O Atlas é resultado de uma parceria entre o Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social – Imds e Prospera Lab.
Imds
O Imds é uma plataforma para delinear, testar, propor, divulgar e acompanhar a execução de políticas públicas de impacto em mobilidade social. Seus parceiros são pesquisadores e gestores públicos e representantes do terceiro setor, interessados em soluções fundamentadas no método científico para problemas sociais nas suas respectivas comunidades. Por meio de propostas fundamentadas no método científico e avaliadas por um comitê técnico, o Imds atua desde a identificação de temas relevantes até a gestão do conhecimento. Sem filiação político-partidária, o instituto se propõe a unir academia e administradores em torno de projetos de impacto duradouro no bem-estar dos cidadãos atendidos.
Prospera Lab
O Prospera Lab é um grupo de pesquisa que estuda temas sociais e políticas públicas no Brasil, em colaboração com diversas universidades e instituições no Brasil e no exterior. Reunindo professores, pesquisadores e estudantes, o Prospera desenvolve projetos que utilizam grandes bases de dados — como informações sobre educação, saúde, justiça, trabalho e programas sociais — para gerar evidências que ajudem a melhorar políticas públicas e ampliar oportunidades no país. Seu objetivo é gerar conhecimento e aproximar a pesquisa acadêmica da prática, de forma a apoiar gestores e a sociedade na construção de soluções para desafios centrais do desenvolvimento brasileiro.
FAQ
Mobilidade alta indica que a renda dos pais está menos associada aos resultados dos filhos, enquanto mobilidade baixa reflete forte persistência intergeracional.
As estimativas apresentadas neste Atlas se referem a um corte temporal específico: crianças que cresceram entre a segunda metade dos anos 80 e anos 90 e que entraram no mercado de trabalho na década de 2010.
O Atlas permite comparar resultados por coortes de nascimento dentro do período disponível. No entanto, esse recorte deve ser interpretado com cautela. Diferenças entre coortes não devem ser interpretadas, isoladamente, como evidência causal de mudanças na mobilidade social ao longo do tempo.
Outra limitação importante diz respeito aos recortes territoriais e socioeconômicos. Como os grupos de renda dos pais são definidos a partir da distribuição nacional, alguns municípios podem ter poucas observações em determinados grupos, especialmente nos extremos da distribuição de renda. Por isso, algumas estimativas não são exibidas quando o número de observações é insuficiente.
Dados agregados e anonimizados estão disponíveis para download na seção “Dados”.
Estão disponíveis dados agregados de mobilidade social em diferentes recortes geográficos e socioeconômicos, além de indicadores socioeconômicos municipais que podem ser utilizados para contextualizar os resultados territoriais.
Algumas combinações de município, faixa de renda dos pais, coorte ou grupo demográfico podem ter poucas observações. Para preservar a estabilidade das estimativas, o Atlas não divulga indicadores para recortes com número insuficiente de observações.
Além disso, as faixas de renda dos pais são definidas em relação à distribuição nacional. Por isso, em alguns municípios, determinados grupos de renda podem ser pouco frequentes na amostra, especialmente nos extremos da distribuição.